Saturada desta atenção que sozinha ligo, busco aquele.
É negativo o relatório da minha procura, cada vez mais frio sentes. Questionas, perdes a noção do tempo, congelas-te nesses teus sonhos de menina. Necessidade clara da tua verde mocidade, que não te larga quando acordas, quando adormeces. Desejas mais alto quando no contraste negro da persiana te descompões.
Finalizo, acordo, olho o nada.
Um ciclo se retoma nesses olhos, nessa mente, nesse corpo magro e sensível.

Cruel a verdade que carregas sobre o peito.
ResponderEliminarCorrói-me o ela tão jovem saturada já sentir a grande necessidade presente. Talvez o ela jovem já não seja assim tão jovem. O tempo voa ao som do vento e nós nem damos por isso.
O ele vivido existe e com a presença dele tudo será mais fácil. Nunca te esqueças, não estás sozinha.