18.4.11

Vejo 
Desfaleço.
Acordo.




Vou estando naquela tela, aquela que me não atinge a cms. Os metros vão esfregando as mãos para me tocar. Não vejo. Vejo. Não aprecio. Aprecio  sempre
Sinto-me persistente naquele ponto da tela, o negro insiste perseverante. Que queres de mim? Já me viste, já me abalaste, continuas vivo? Outrora desapareceste, voltas agora para me acordar. Despertas, encarnado, um sentimento vivo em mim, nunca desaparecido.
E assim ficarás no fundo desta doidice honesta. 

Tranquilo, perto, longe, em mim.

Sem comentários:

Enviar um comentário