Ai aquele aperto de ânsia permanente. Tua ânsia que te esmaga, de distinção a olhos vistos queres ser. Bem tentas fugir, bem gostas de uma ficção solitária, aquela com que estabeleces silenciosos solilóquios. Vais sussurrando, falando-lhe, gritando-te! Grita, provoca-te, capta a imagem. Nudez interior e exterior de uma vontade tua, de te captares no teu momento. Traços de desejo puro e neutro que rasgas no chão que te queimas. Caminhas então para o teu lugar escondido, onde ninguém te incomoda, no qual estrebuchas o teu corpo da tua amargura.
Estado líquido.

adoro.
ResponderEliminarAdorei descobrir o blog.... vou ler ;)
ResponderEliminarFernando Alves